O Guri e o Rio – Fabiano de Freitas e Adair de Freitas


9ª Reculuta da Canção Crioula – Guaíba – RS – 1992.*

O GURI E O RIO

Letra: Jaime Brum Carlos
Música: Adair de Freitas
Intérpretes: Fabiano de Freitas e Adair de Freitas

No espelho claro das águas,
Onduladas pela brisa,
Um olhar doce desliza,
Do menino pescador…

Um sonho caminhador
Margeia o rio da sua infância,
Na incerteza da distância,
Seu próprio mundo de amor.

Quem pesca sonhos na infância,
Têm fantasias por isca
E somente erra corridas
Se a realidade belisca!

Seus olhos negros refletem
Toda a ternura do mundo…
É um olhar tão profundo,
Que toca a alma da gente.

O rio corre lentamente,
Levando para o futuro
O seu desejo mais puro
Num devaneio inocente.

Quem pesca sonhos na infância,
Têm fantasias por isca
E somente erra corridas
Se a realidade belisca!

O seu mundo é um remanso
De um rio manso de águas claras,
No caniço de taquara
Fisga sempre uma esperança.

Reflete-se, na água mansa,
Sua imagem pura, sorrindo…
No mundo nada é mais lindo
Que o seu sorriso criança.

Quem pesca sonhos na infância,
Têm fantasias por isca
E somente erra corridas
Se a realidade belisca!

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