Matadero – Leonel Gomez


6ª Nevada da Canção Nativa – São Joaquim – SC – 2016.

MATADERO

Letra: Rogério Ávila
Música: Leonel Gomez
Intérprete: Leonel Gomez

Aquel zaino negro
Estaqueado ali no potrero
Matrero,de laço estendido
Que não corre mais…
O mesmo que o rosilho pampa
Que tinha a querência na estampa
Olhar e graxa de campo
Que ao tempo perdeu!

Teria o pingo bragado
Um outro destino
Se a aspa do touro brazino
Cravasse no chão
Mas mesmo depois do pealo
Ergueu-se direito ao cavalo
A adaga que sangra no más
Sangra sem matar

Matadero…Matadero!
Destes cavalos
E d’outros mais
Matadero…Matadero!
A donde a lida do campo
Com a morte se vai.

O potro de cerda tosada
E cola aparada…
Perdeu a mirada
De xucro, que o basto e bocal
Se vão pra matar.
Nem mesmo o ruano mimoso
De trança na crina
Do selim da china
Teve a mesma sina
Ao final se foi pra matar.

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