Quando Uma Aposta Se Arma – Raineri Spohr e Fabrício Marques


2ª Fronteira da Canção Nativa – Concórdia – SC – 2013.

QUANDO UMA APOSTA SE ARMA

Letra: Fábio Maciel
Música: Fabricio Marques e Rainerii Spohr
Intérprete: Raineri Spohr e Fabrício Marques

Escutoo estalo das ficha sobre a mesa de um bolicho
Não sou graco que se mixa, jogo pra mim é capricho!
Depois “das carta” na mão ninguém mais froxa ou cala
Quando a carpeta se arma o destino sai da sala!

A tava que busca a terra vai se dando volta no ar
E não é pra quem tem gana é pra quem sabe atirar
Tem saber o que busca te, que ter tino e crença
Pois quando a tava se arma a sorte pede licença!

Quando uma aposta se arma não tem destino traçado!
O jogo é o próprio presente excrito pelo passado!
Porque no final das conta domina sempre o mais forte!
O jogo é pra quem conhece, não pra quem anda com sorte!

Carreira é sangue no olho igual em carga de guerra…
O trilho é a linha da vida e pode levar quem erra!
O pêlo nunca diz nada, do mesmo jeito, o estado…
Quando a carreira se arma o gosto fica maneado!

O laço que perde a mão encontra a vaca parada
Mas a firmeza da trança ali não garante nada…
E nem adianta o tirão depois que a corda escora
Pois quando o laço se arma a força fica de fora!

O jogo é gosto ou desgosto e quem escolhe é a gente
Conforme causa ou motivo o caminho é diferente
Talvez se torne ofício quem sabe vire uma farra
Mas forcejar não adianta quando uma apoosta se arma!

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