Das Quatro Às Seis – Grupo Americanto

8ª Tertúlia Musical Nativsita – Santa Maria – RS – 1987.
Composição premiada pelo Melhor Grupo Vocal.

DAS QUATRO ÀS SEIS

Letra: Luiz Carlos B. Miranda
Música: Oldemar Gehradt
Intérprete: Grupo Americanto

Poncho… Mala…
Capa… Pala…
Pua… Arame…
P’ra fazer um novo dia,
madrugada, fogo grande,
cuia roda numa roda,
fala franca, muito riso,
paraíso no galpão,
paraíso, paraíso no galpão.

Carne Gorda… Faca afiada…
Matungada já está pega,
arreio firme, espora grande,
chapéu tapeado e gargalhada,
chapéu tapeado e gargalhada.

Nasce o dia lá no campo,
gado junto no rodeio,
pingo bueno, firme o freio,
dá-se início no aparte,
dá-se início no aparte.

Meio-dia… Tudo pronto…
Ao tranquito, volta às casas,
ainda há brasas no galpão,
mais risadas, patacuadas,
patacuadas p’ra contar.
… leiro, leiro, leiro…

Chega a tarde, sesta grande.
meia tarde, recorrida na invernada do espinilho
que a manhã não deu p’ra nada,
que a manhã não deu p’ra nada.

Sol descamba… noite perto,
repontada por estrelas, são ponteiras da lua
que bombeia p’ra sair, que bombeia,
que bombeia p’ra sair.

Pai de fogo se conserva, cuia limpa, já sem erva,
sono solto no pelego, que amanhã cantará cedo
o galo que acorda o peão, o galo que acorda o peão
… leiro, leiro, leiro…

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