Na Minha Solidão – Luiz Marenco


6ª Ramada da Canção Nativa – Encruzilhada do Sul – RS – 2008.
Prêmio de Melhor Indumentária para Luiz Marenco.

NA MINHA SOLIDÃO

Letra: Gujo Teixeira
Música: Luiz Marenco
Intérprete: Luiz Marenco

De repente as coisas mais comuns me foram ausentes
E o sorriso que andava num retrato, desbotou.
De repente as saudades que habitavam minha gente,
Me trouxeram lentamente ao lugar aonde estou.

Aqui na minha solidão, sou dono do meu tempo
E ele é quem me faz pensar em mim.
Eu visito os meus recuerdos e diviso as distâncias
E ainda busco os meus limites, mesmo assim.

Não sei, porque não sei, porque tua voz me faz ouvir
Silêncios que não sei nem mais sentir,
Deixando tão ausente outras palavras
Que o tempo foi calando na garganta…
Perdendo a força que ela tinha e era tanta,
Parecendo que não vinha mais de mim.

Faz bem pra mim guardar e revirar o meu passado
E olhar pra trás e ver tudo mudado, os silêncios que eu tinha e perdi.
Faz bem, eu sei, recordar tuas cores nos retratos…
Minha gente, o tempo exato das saudades que andavam por aqui.

Não sei, porque não sei, porque tua voz me faz ouvir
Silêncios que não sei nem mais sentir,
Deixando tão ausente outras palavras
Que o tempo foi calando na garganta
Perdendo a força que ela tinha e era tanta,
Parecendo que não vinha mais de ti.

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