Fandango de Galpão – Gerson Brandolt


1º Canto Nativista da Canção Alegretense – RS – 2006.*

FANDANGO DE GALPÃO

Letra: Gerson Brandolt
Música: Gerson Brandolt e Gustavo Villaverde
Intérprete: Gerson Brandolt

Num ronco abagualado chorava uma de botão,
Num embalo bem cuiudo de fazer tremer o chão,
Dum galpão tosco e barreado, botando pelo ladrão.

Mas quem não gosta de um retoço animado,
Num galpão de chão batido, no garrão sul do estado!
Mas quem não gosta de um retoço animado,
Quando chora a botoneira não fica ninguém sentado!

O samba é bebida fina nestas festas galponeiras,
Trancão de clarear o dia, num estilo da fronteira,
E as “véias” batendo guizo, fofoqueando a noite inteira!

Mas quem não gosta de um retoço animado,
Num galpão de chão batido, no garrão sul do estado!
Mas quem não gosta de um retoço animado,
Quando chora a botoneira não fica ninguém sentado!

Gaiteiro rasga essa gaita, balança bem no teu jeito,
Deixa amorena comigo que o namoro eu ajeito…
Dorme um sono na chamarra, aconchegada em meu peito.

Mas quem não gosta de um retoço animado,
Num galpão de chão batido, no garrão sul do estado!
Mas quem não gosta de um retoço animado,
Quando chora a botoneira não fica ninguém sentado!

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