Tabatinga Amarela – Bagre Fagundes e Grupo Contrabando


8ª Coxilha Nativista – Cruz Alta – RS – 1988.

TABATINGA AMARELA

Letra: Antonio Augusto Fagundes
Música: Neto Fagundes
Intérprete: Bagre Fagundes

Eu mesmo fiz “dois boneco”
De tabatinga amarela:
Um é homem, este sou eu;
Outro é mulher, esse é ela!

Bem assim, tão simplesmente,
Como a natureza quer…
O homem que seja homem,
Mulher que seja mulher.

Os fracos buscam desculpa
No seu lado feminino;
Homem mesmo é o que se atreve
A “domá” o próprio destino.

Mulher não me fala grosso
Nem o poncho me destapa;
China que se mete a macho,
Entorto a cara num tapa!

Índio vestido de china
Eu levo tudo parelho,
Fazendo saracotear
Na soiteira do meu relho.

Por isso, fiz “dois boneco”
De tabatinga amarela:
Um é homem, este sou eu;
Outro é mulher, esse é ela!

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