P’a La Risa – Leôncio Severo


1ª Galponeira de Bagé – Bagé – RS – 2004.

P’A LA RISA

Letra: Rogério Ávila
Música: Leôncio Severo
Intérprete: Leôncio Severo

Venho com os arreio frouxo
Num trotão de loco…
Loco pra chegá!
Pois no passo do Machado
Num rancho quinchado
Eu vou me “entretê”…

Meu tostado vem chairado,
De toso molhado,
Mas vamo “metê”,
Pois no passo do Machado
Num rancho quinchado
É que eu vou “bailá”…

Chicananá, Chicananá!
Hoje eu venho p’a la risa,
Me abre a cancela
Que eu quero “entrá”…

Apeio e ato o cavalo
Num “gaio de móio”,
Sempre fui “anssim”,
Entro pra dentro da sala
E vejo a morena
Bailando com outro…

Quando “enxergô meu zóio”,
Largou o barbado
Solito na marca…
Oigalê, china gaúcha!
Se agradou da estampa
Deste índio pachola…

Chicananá, Chicananá
Dá uma entretida na véia
E um fogo no véio
Que hoje eu vo “apretá”…

O gaiteiro, por vaqueano,
Largou uma rancheira
De “cantá” rimando…
Perguntei o nome dela,
Ela me disse rindo:

Meu nome é Tereza…

Assim se foi o romance,
Na volta da sala,
Dançando embalado,
A “véia” tava entretida
E o véio já gordo
Tava descomendo…

Chicananá, Chicananá
Bombeia a barra do dia
E abre a cancela
Que eu vou me “arrancá”…
(Querem me casá ).

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